Este post é dedicado apenas aos leitores com mais de 18 anos.
Não porque tenha algum conteúdo pornográfico ou obsceno mas apenas porque gente
com menos de 18 anos desconhece a componente histórica, cultural e lúdica do
que aqui vou escrever. Deste grupo etário, os que têm menos de 12 anos ainda
não sabem nada de nada, e os que têm mais de 12 anos pensam que já sabem tudo
mas não passam de putos parvos com calças abaixo do cú (devem ter cú vermelho
de babuíno e andam com ele de fora para refrescar), ouvem DJ Jesus do Campo,
dizem a palavra “mano” mais de 3 vezes por dia e lavam o cabelo com óleo fula
porque o azeite é caro.
Agora que nos livramos dos chavalos, vamos falar de coisas
que todos nós conhecemos: As aventuras de Asterix. Os irredutíveis Gauleses eram
um grupo de resistentes à colonização Romana. O chefe da aldeia era o Abracourcix
(entenda-se, um desconhecido). O herói era Asterix e o seu melhor amigo, o gajo
dos menires, era o Obelix. Todos conhecem o Asterix. É o herói, o manda chuva,
o protagonista da história. Mas o Obelix é o nome mais sonante. Não sei se pelo
tamanho dele ou pela força aparente, ou mesmo pelo pipo! Só sei que toda a
gente o conhece, toda a gente o venera… enfim! É o gajo fixe:
É ele é novidade é belo,
Combinação de branco e amarelo,
Fóssil encantado no mundo da ilusão…
O
que poucos sabem é que o Obelix é um traidor. Muda-se a política na Gália e lá
se vai o homem dos menires para outras bandas. Até aos russos pede asilo!
Afinal, aquele que todos julgavam ser um gajo de garra não passa de mais um
coitadinho, auto-vítima do seu talentoso protagonismo, que enriqueceu à pala da
sua tribo mas agora não lhes retribui um único cêntimo… Ao menos o herói não
muda…
P.S.: Este post teve o alto patrocínio da
banda The Tilt que entretanto deram o tilt.
Eis o fruto da memória,
Não chegaste ao meio,
Era uma vez o fim da história…